Texto para os pais: Por que rasgar papel?
domingo, 28 de junho de 2020
06.07.2020 Atividade Rasgar papel
Texto para os pais: Por que rasgar papel?
sexta-feira, 19 de junho de 2020
O papel do brinquedo para as crianças
Você sabe qual é o papel do brinquedo?
É muito provável que você se lembre de alguns dos seus brinquedos favoritos da infância. Uma boneca, um jogo ou uma bicicleta que acompanharam as suas primeiras descobertas. De fato, os brinquedos têm uma importância especial na vida das crianças e o seu papel vai além do entretenimento.
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Os brinquedos podem – e devem – fazer parte de todas as fases da vida infantil. Nos primeiros meses, um urso de pelúcia não só faz companhia à criança, mas também ajuda a ensiná-la como pegar objetos com as mãos. Um móbile, instalado em cima do berço, não só ajuda a entreter o bebê, mas também estimula a sua criatividade. Depois do primeiro ano, um jogo de encaixar ajuda no desenvolvimento da concentração e da coordenação motora.
A criança cresce e os brinquedos mudam, mas a sua importância permanece. A bicicleta, por exemplo, que já pode ser usada a partir dos dois anos, ajuda no desenvolvimento do equilíbrio. Um pouco mais tarde, quando o pequeno aprende a falar, brinquedos como carrinhos e bonecas são parceiros em brincadeiras nas quais a criança pode expressar diversas emoções e simular situações da vida adulta – muitas destas situações são baseadas no que elas vêem em casa.
Se as brincadeiras são importantes para o desenvolvimento da criança, o brinquedo ajuda a enriquecê-las. É brincando que a criança aprende a lidar com o mundo, com os coleguinhas e com as próprias emoções.
Os brinquedos exercem um importante papel no estímulo da concentração, da memória e da coordenação. Ajudam as crianças a se auto conhecerem e atuam na formação da personalidade. Por isso, as atividades lúdicas são extremamente importantes nessa fase da vida – a criança deve ter liberdade para exercê-las tanto em casa quanto na escola.
O brinquedo ideal para cada idade
Por motivo de segurança, é muito importante estar atento a orientação do fabricante na embalagem do produto: brinquedos com peças pequenas são perigosos para bebês, por exemplo. Fora isso, é importante estar atento aos interesses demonstrados pela criança. Nem todos os pequenos se desenvolvem com a mesma velocidade. Não é porque uma criança de dois anos já demonstra interesse em brincar de carrinho que todas elas devam brincar com o mesmo brinquedo.
Atividades que envolvam desenho e jogos em grupo podem começar a fazer parte das brincadeiras das crianças a partir dos dois anos.
Que papel os brinquedos exercem na vida dos seus filhos? Deixe uma resposta nos comentários!
Fonte https://www.mundobrink.com/blog/2016/12/voce-sabe-qual-e-o-papel-do-brinquedo-na-educacao-infantil
16 de dezembro de 2016
Redação mundobrink.com
Desenvolvimento Infantil
segunda-feira, 15 de junho de 2020
A importância do brincar
11 motivos para seu filho se divertir muito
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| Quando a crinça brinca ela está conhecendo o espaço e a consciencia do próprio corpo |
E não é só. Abaixo você confere 11 motivos da importância da brincadeira para as crianças. Confira:
1. COMBATE A OBESIDADEÉ notória a importância do brincar para que a criança se movimente, desenvolva a motricidade e mantenha o peso regular, combatendo a obesidade e o sedentarismo. A brincadeira ao ar livre é fundamental para que a criança explore espaços maiores, mexa-se mais, experimente variações climáticas, tome sol (lembre-se sempre da proteção e dos horários adequados), entre outros benefícios. Meia hora de pega-pega, por exemplo, gasta em média 225 calorias e o mesmo tempo de amarelinha representa 135 calorias. “A convivência com a natureza reduz a obesidade, o déficit de atenção, a hiperatividade e melhora o desempenho escolar”, afirma Daniel Becker, do Instituto de Pediatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Além disso, ao ter contato com ela – seja em parques, praças ou praias –, seu filho cria uma conexão prazerosa com o meio ambiente e estabelece uma relação de respeito com todos os seres vivos.
2. PERMITE O AUTOCONHECIMENTO CORPORAL
Quando o bebê bate palmas ou a criança anda de bicicleta, estão experimentando o que o corpo é capaz. “Se você permite que seu filho corra, tropece, caia e levante de novo, ele aprende sozinho sobre suas possibilidades e limitações”, diz Luciane Motta, da Casa do Brincar (SP). Na brincadeira, o ser humano começa a ter consciência de si mesmo.3. ESTIMULA O OTIMISMO, A COOPERAÇÃO E A NEGOCIAÇÃOPor que o brincar tem tanto valor, a ponto de estar previsto na Declaração Universal dos Direitos da Criança, do Unicef? Porque seus benefícios transbordam em muito o aspecto físico. É como se fosse uma característica inerente ao ser humano, defende o psiquiatra Stuart Brown, fundador do The National Institute for Play, na Califórnia (EUA). “Trata-se de uma necessidade biológica básica que ajuda a moldar o cérebro. A vantagem mais óbvia é a intensidade de prazer, algo que energiza, anima e renova o senso natural de otimismo”, diz. Algumas habilidades essenciais, que serão requisitadas também no futuro, estão na brincadeira, como cita o estudo O Impacto do Desenvolvimento na Primeira Infância sobre a Aprendizagem, do Comitê Científico do Núcleo Ciência pela Infância: “À medida que as brincadeiras se tornam mais complexas, o brincar oferece oportunidades para aprender em contextos de relações socioafetivas, onde são explorados aspectos como cooperação, autocontrole e negociação”.
4. GERA RESILIÊNCIAUma das habilidades emocionais mais valorizadas hoje em dia também é desenvolvida no ato de brincar: a resiliência. Quando a criança perde no jogo ou o amigo não quer brincar da maneira como ela sugeriu, entra em cena a capacidade de lidar com a frustração, de se adaptar e se desenvolver a partir disso. Com essas experiências, ela aprende a administrar suas decepções e a enfrentar as adversidades.Relacionar-se com o outro é mais uma capacidade vivenciada na brincadeira. Ao interagir com os amigos, irmãos ou pais, a criança aprende a respeitar, ouvir e entender os outros e suas diferenças. Para isso, é essencial que ela possa brincar livremente, sem condições impostas por gênero. “O adulto que brincou bastante na infância é alguém aberto a mudanças, tem pensamentos mais divergentes e aceita a diferença com maior facilidade. No entanto, se uma menina só pode brincar de casinha e o menino, de carrinho, a brincadeira pode impactar para o mal”, lembra Gisela Wajskop, doutora em Educação e colunista da CRESCER.6. DESENVOLVE A ATENÇÃO E O AUTOCONTROLESeja para montar um quebra-cabeça, equilibrar-se em um pé só ou empilhar uma torre com blocos, essas habilidades serão aperfeiçoadas a cada brincadeira. Sem contar que serão empregadas desde muito cedo na vida do seu filho, seja na hora de fazer uma prova ou de resolver um conflito.Brincar ajuda a manter em ordem a saúde emocional – e as próprias crianças percebem esse benefício. Em um estudo realizado pela Universidade de Montreal, no Canadá, 25 meninos e meninas de 7 a 11 anos fotografaram e falaram de suas brincadeiras favoritas. Para eles, brincar é uma oportunidade de experimentar felicidade, combater o tédio, a tristeza, o medo e a solidão. “Quando pais, médicos e autoridades focam somente no aspecto físico da brincadeira, deixam de lado pontos benéficos para a saúde emocional e social”, afirma a autora Katherine Frohlic.8. INCENTIVA O TRABALHO EM EQUIPENos jogos coletivos, como o futebol e a queimada, a capacidade de se relacionar com os demais também exige que a criança pense e aja enquanto parte integrante de um grupo. Em um mundo como o que vivemos, cada vez mais conectado, essa habilidade se faz ainda mais importante. Trabalha-se cada vez mais com projetos (desde a educação nas escolas até as grandes empresas), nos quais tudo parte de um interesse coletivo e todas as etapas são desenvolvidas em conjunto – por isso, aprender a defender um time hoje pode ter grande impacto lá na frente.9. INSTIGA O RACIOCÍNIO ESTRATÉGICOJogos de regra, como os de tabuleiro, põem as crianças em situações de impasse. Para solucioná-los, elas precisam raciocinar de maneira estratégica, argumentar, esperar, tomar decisões e, então, analisar os resultados. Ao solucionar problemas, elas vão tentar, errar e aprender com tudo isso – para que, na próxima rodada, possam fazer melhor, com mais repertório.10. PROMOVE CRIATIVIDADE E IMAGINAÇÃOAo ler uma história, brincar de boneca ou construir um brinquedo com sucata, a criança desenvolve a imaginação. E, para isso, não precisa de muito: potes, galhos e panelas podem dar vida a tanta coisa! Foi o que mostrou uma pesquisa da RMIT University, de Melbourne, na Austrália, feita com 120 crianças de 5 a 12 anos. A conclusão é que itens como caixas e baldes incentivam mais a imaginação do que brinquedos caros. Isso porque esses materiais não induzem a uma ideia pronta.11. ESTABELECE REGRAS E LIMITESBrincando, a criança reconhece e respeita os limites do espaço, do outro e de si mesma. E passa a lidar com regras, aprendendo a segui-las. Se tiver abertura, ela poderá até questioná-las. Isso será fundamental para conviver em sociedade – quando se faz necessário seguir certas convenções, mas também tentar mudar o cenário para melhor, se possível.
Quando o bebê bate palmas ou a criança anda de bicicleta, estão experimentando o que o corpo é capaz. “Se você permite que seu filho corra, tropece, caia e levante de novo, ele aprende sozinho sobre suas possibilidades e limitações”, diz Luciane Motta, da Casa do Brincar (SP). Na brincadeira, o ser humano começa a ter consciência de si mesmo.










