quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Sua vez, vovô. (Texto para refletir sobre a Família)

 Da Europa em guerra, conta-se que uma família foi forçada a sair de sua casa quando tropas inimigas invadiram a localidade onde viviam. Para fugir aos horrores da guerra, perceberam que sua única chance seria atravessar as montanhas que circundavam a cidade.

Se conseguissem êxito na escalada, alcançariam o país vizinho e estariam a salvo. A família compunha-se de umas dez pessoas, de diversas idades. Reuniram-se e planejaram os detalhes: a saída de casa, por onde tentariam a difícil travessia. O problema era o avô.

Com muitos anos aos ombros, ele não estava muito bem. A viagem seria dura.

– “Deixem-me”, falou ele. “Serei um empecilho para o êxito de vocês. Somente atrapalharei. Afinal, os soldados não irão se importar com um homem velho como eu.”

Entretanto, os filhos insistiram para que ele fosse. Chegaram a afirmar que se ele não fosse, eles também ali permaneceriam.

Vencido pelas argumentações, o idoso cedeu. A família partiu em direção à cadeia de montanhas. A caminhada era feita em silêncio.

Todo esforço desnecessário deveria ser poupado. Como entre eles havia uma menina de apenas um ano, combinaram que, a fim de que ninguém ficasse exausto, ela seria carregada por todos os componentes da família, em sistema de revezamento.

Depois de várias horas de subida difícil, o avô se sentou em uma rocha. Deixou pender a cabeça e quase em desespero, suplicou:

– “Deixem-me para trás. Não vou conseguir. Continuem sozinhos.”

– “De forma alguma o deixaremos. Você tem de conseguir. Vai conseguir”, falou com entusiasmo o filho.

– “Não”, insistiu o avô, “deixem-me aqui.”

O filho não se deu por vencido. Aproximou-se do pai e energicamente lhe disse:

– “Vamos, pai. Precisamos do senhor. É a sua vez de carregar o bebê.”

O homem levantou o rosto. Viu as fisionomias cansadas de todos. Olhou para o bebê enrolado em um cobertor, no colo do seu neto de treze anos. O garoto era tão magrinho e parecia estar realizando um esforço sobre-humano para segurar o pesado fardo. O avô se levantou.

– “Claro”, falou, “é a minha vez. Passem-me o bebê.”

Ajeitou a menina no colo. Olhou para o seu rostinho inocente e sentiu uma força renovada. Um enorme desejo de ver sua família a salvo, numa terra neutra, em que a guerra seria somente uma memória distante tomou conta dele.

– “Vamos”, disse, com determinação. “Já estou bem. Só precisava descansar um pouco. Vamos andando.” O grupo prosseguiu, com o avô carregando a netinha. Naquela noite, a família conseguiu cruzar a fronteira a salvo. Todos os que iniciaram o longo percurso pelas montanhas conseguiram terminá-lo. Inclusive o avô.

Se alguém a seu lado, está prestes a desistir das lutas que lhe compete, ofereça-lhe um incentivo. Recorde da importância que ele tem para a pequena ou grande comunidade em que se movimenta. Lembre-o que, no círculo familiar, na roda de amigos ou no trabalho voluntário, ele é alguém que faz a diferença.

Ninguém é substituível. Cada criatura é única e tem seu próprio valor. Uma tarefa pode ser desempenhada por qualquer pessoa, mas uma pessoa jamais substituirá a outra. Não permita que alguém fique à margem do caminho somente porque não recebeu um incentivo, um estímulo, um motivo para prosseguir, até a vitória final.

 

Autor desconhecido

Fonte: https://www.refletirpararefletir.com.br/textos-sobre-familia

domingo, 5 de julho de 2020

A importância de contar histórias para seu filho

Histórias infantis são ferramentas essenciais para a construção da identidade e dos valores da criança.


Você tem contado histórias para o seu filho?

Pesquisas apontam que ouvir histórias proporciona inúmeros benefícios para o desenvolvimento infantil, principalmente na fase de 0 a 5 anos. Se estimulada na infância, a leitura vira um hábito para a vida adulta.

Comece a ler para o seu filho desde a fase de bebê

Crianças que ouvem histórias desde a fase de bebê aprendem a se concentrar, melhoram o raciocínio e aumentam a capacidade de compreensão do mundo. Fora o enriquecimento do vocabulário, pois quanto mais você conta histórias, mais palavras o seu filho aprende e maior será a facilidade dele em se expressar.

Contar histórias para o seu filho é um ato de amor

Através da leitura de histórias você estimula a imaginação, criatividade, curiosidade, linguagem, escrita, desenvolvimento e sensibilidade para artes e cultura.

Relação de pais e filhos mais forte através da leitura 


A criança se sente o foco da atenção e do afeto do adulto enquanto ele conta uma história, essa sensação fortalece ainda mais a relação de pais e filhos. O desenvolvimento emocional também é trabalhado nesse momento. Além de proporcionar o sentimento de empatia, o que facilita ainda mais o relacionamento da criança com outras pessoas.

Praticada antes de dormir, a leitura pode acalmar e até facilitar a rotina de sono do seu filho.

Conte histórias para o seu filho em todas as fases da infância

Além dos benefícios que apresentamos aqui, a leitura facilita a interpretação de textos e ajuda em um bom desempenho escolar.

Você já viu que não falta motivos para contar histórias para o seu filho, faça da leitura um hábito.

Leitura é amor!

Gostou do texto? Compartilhe nas suas redes sociais para que outros conheçam a importância de contar histórias para os filhos.


Fonte: 

Abaixo, um vídeo com dicas maravilhosas  para você conseguir prender atenção de seu filho para a história e poder se divertir juntos.
 


domingo, 28 de junho de 2020

06.07.2020 Atividade Rasgar papel





Texto para os pais: Por que rasgar papel?

O desenvolvimento da motricidade, em especial dos pequenos músculos, pode ser desenvolvido e aprimorado diariamente de diversas formas, e algumas dessas formas são bem simples e práticas. Muitas vezes temos ferramentas muito proveitosas ao nosso alcance e não sabemos. As revistas entram nesse rol de ferramentas que as crianças adoram!
Trabalhar movimentos de rasgar desde os primeiros anos de vida contribui e muito para a futura aquisição da escrita. Estimular os músculos das mãos garante que a criança tenha mais facilidade em realizar os movimentos necessários para se desenvolver integralmente no momento em que for aprender a escrever. Então vamos lá? Importante: Não ofereça a tesoura para a criança! 

1) Procurar nas revistas, panfletos, etc, imagens de crianças brincando e rasgar ao redor da imagem. 
2) Ajude a criança para que ela não rasgue ao meio a imagem encontrada.
3) Deixe a criança usar a cola, apenas oriente para que faça pequenos pingos no verso da imagem. 
4) Cole pelo menos 3 imagens no papel sulfite ou papelão. Quanto mais imagens, melhor.
 Tô esperando aquela foto linda! 


sexta-feira, 19 de junho de 2020

O papel do brinquedo para as crianças

Você sabe qual é o papel do brinquedo?

 

É muito provável que você se lembre de alguns dos seus brinquedos favoritos da infância. Uma boneca, um jogo ou uma bicicleta que acompanharam as suas primeiras descobertas. De fato, os brinquedos têm uma importância especial na vida das crianças e o seu papel vai além do entretenimento.


Seja na escola ou em casa, é essencial que os pequenos tenham liberdade para exercer a imaginação por meio de brincadeiras. É durante estes momentos descontraídos que importantes habilidades e características da personalidade são desenvolvidas. O brinquedo é um convite à brincadeira, um desafio à criatividade da criança e, muitas vezes, tem um forte papel educativo.

Os brinquedos podem – e devem – fazer parte de todas as fases da vida infantil. Nos primeiros meses, um urso de pelúcia não só faz companhia à criança, mas também ajuda a ensiná-la como pegar objetos com as mãos. Um móbile, instalado em cima do berço, não só ajuda a entreter o bebê, mas também estimula a sua criatividade. Depois do primeiro ano, um jogo de encaixar ajuda no desenvolvimento da concentração e da coordenação motora.


A criança cresce e os brinquedos mudam, mas a sua importância permanece. A bicicleta, por exemplo, que já pode ser usada a partir dos dois anos, ajuda no desenvolvimento do equilíbrio. Um pouco mais tarde, quando o pequeno aprende a falar, brinquedos como carrinhos e bonecas são parceiros em brincadeiras nas quais a criança pode expressar diversas emoções e simular situações da vida adulta – muitas destas situações são baseadas no que elas vêem em casa.

 

Se as brincadeiras são importantes para o desenvolvimento da criança, o brinquedo ajuda a enriquecê-las. É brincando que a criança aprende a lidar com o mundo, com os coleguinhas e com as próprias emoções.

 Os brinquedos exercem um importante papel no estímulo da concentração, da memória e da coordenação. Ajudam as crianças a se auto conhecerem e atuam na formação da personalidade. Por isso, as atividades lúdicas são extremamente importantes nessa fase da vida – a criança deve ter liberdade para exercê-las tanto em casa quanto na escola.


O brinquedo ideal para cada idade

Por motivo de segurança, é muito importante estar atento a orientação do fabricante na embalagem do produto: brinquedos com peças pequenas são perigosos para bebês, por exemplo. Fora isso, é importante estar atento aos interesses demonstrados pela criança. Nem todos os pequenos se desenvolvem com a mesma velocidade. Não é porque uma criança de dois anos já demonstra interesse em brincar de carrinho que todas elas devam brincar com o mesmo brinquedo.


Atividades que envolvam desenho e jogos em grupo podem começar a fazer parte das brincadeiras das crianças a partir dos dois anos.


Que papel os brinquedos exercem na vida dos seus filhos? Deixe uma resposta nos comentários!


Fonte https://www.mundobrink.com/blog/2016/12/voce-sabe-qual-e-o-papel-do-brinquedo-na-educacao-infantil 

16 de dezembro de 2016 

 Redação mundobrink.com 

 Desenvolvimento Infantil


segunda-feira, 15 de junho de 2020

A importância do brincar

11 motivos para seu filho se divertir muito



Quando a crinça brinca ela está conhecendo o espaço e a consciencia do próprio corpo

Você sabe qual é o real papel do brincar na vida do seu filho? Tudo o que ele aprende enquanto está se divertindo? E ele tem tempo livre para isso? Para estimular o brincar livre durante a infância e os diversos benefícios que ele traz para a vida das crianças, a Aliança pela Infância mobiliza todos os anos a Semana Mundial do Brincar, que, este ano, tem como tema O Brincar que abraça a diferença, para ressaltar a diversidade de culturas, de povos, de costumes e de corpos e almas - tudo o que pode acontecer quando o seu filho está brincando.

E não é só. 
Abaixo você confere 11 motivos da importância da brincadeira para as crianças. Confira:

1. COMBATE A OBESIDADE
É notória a importância do brincar para que a criança se movimente, desenvolva a motricidade e mantenha o peso regular, combatendo a obesidade e o sedentarismo. A brincadeira ao ar livre é fundamental para que a criança explore espaços maiores, mexa-se mais, experimente variações climáticas, tome sol (lembre-se sempre da proteção e dos horários adequados), entre outros benefícios. Meia hora de pega-pega, por exemplo, gasta em média 225 calorias e o mesmo tempo de amarelinha representa 135 calorias. “A convivência com a natureza reduz a obesidade, o déficit de atenção, a hiperatividade e melhora o desempenho escolar”, afirma Daniel Becker, do Instituto de Pediatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Além disso, ao ter contato com ela – seja em parques, praças ou praias –, seu filho cria uma conexão prazerosa com o meio ambiente e estabelece uma relação de respeito com todos os seres vivos.

                                                2. PERMITE O AUTOCONHECIMENTO CORPORAL

                                                                                       Quando o bebê bate palmas ou a criança anda de bicicleta, estão experimentando o que o corpo é capaz. “Se você permite que seu filho corra, tropece, caia e levante de novo, ele aprende sozinho sobre suas possibilidades e limitações”, diz Luciane Motta, da Casa do Brincar (SP). Na brincadeira, o ser humano começa a ter consciência de si mesmo.
3. ESTIMULA O OTIMISMO, A COOPERAÇÃO E A NEGOCIAÇÃO
Por que o brincar tem tanto valor, a ponto de estar previsto na Declaração Universal dos Direitos da Criança, do Unicef? Porque seus benefícios transbordam em muito o aspecto físico. É como se fosse uma característica inerente ao ser humano, defende o psiquiatra Stuart Brown, fundador do The National Institute for Play, na Califórnia (EUA). “Trata-se de uma necessidade biológica básica que ajuda a moldar o cérebro. A vantagem mais óbvia é a intensidade de prazer, algo que energiza, anima e renova o senso natural de otimismo”, diz. Algumas habilidades essenciais, que serão requisitadas também no futuro, estão na brincadeira, como cita o estudo O Impacto do Desenvolvimento na Primeira Infância sobre a Aprendizagem, do Comitê Científico do Núcleo Ciência pela Infância: “À medida que as brincadeiras se tornam mais complexas, o brincar oferece oportunidades para aprender em contextos de relações socioafetivas, onde são explorados aspectos como cooperação, autocontrole e negociação”.

4. GERA RESILIÊNCIA
Uma das habilidades emocionais mais valorizadas hoje em dia também é desenvolvida no ato de brincar: a resiliência. Quando a criança perde no jogo ou o amigo não quer brincar da maneira como ela sugeriu, entra em cena a capacidade de lidar com a frustração, de se adaptar e se desenvolver a partir disso. Com essas experiências, ela aprende a administrar suas decepções e a enfrentar as adversidades.
   5. ENSINA A TER RESPEITO
Relacionar-se com o outro é mais uma capacidade vivenciada na brincadeira. Ao interagir com os amigos, irmãos ou pais, a criança aprende a respeitar, ouvir e entender os outros e suas diferenças. Para isso, é essencial que ela possa brincar livremente, sem condições impostas por gênero. “O adulto que brincou bastante na infância é alguém aberto a mudanças, tem pensamentos mais divergentes e aceita a diferença com maior facilidade. No entanto, se uma menina só pode brincar de casinha e o menino, de carrinho, a brincadeira pode impactar para o mal”, lembra Gisela Wajskop, doutora em Educação e colunista da CRESCER.
6. DESENVOLVE A ATENÇÃO E O AUTOCONTROLE
Seja para montar um quebra-cabeça, equilibrar-se em um pé só ou empilhar uma torre com blocos, essas habilidades serão aperfeiçoadas a cada brincadeira. Sem contar que serão empregadas desde muito cedo na vida do seu filho, seja na hora de fazer uma prova ou de resolver um conflito.
7. ACABA COM O TÉDIO E A TRISTEZA 
Brincar ajuda a manter em ordem a saúde emocional – e as próprias crianças percebem esse benefício. Em um estudo realizado pela Universidade de Montreal, no Canadá, 25 meninos e meninas de 7 a 11 anos fotografaram e falaram de suas brincadeiras favoritas. Para eles, brincar é uma oportunidade de experimentar felicidade, combater o tédio, a tristeza, o medo e a solidão. “Quando pais, médicos e autoridades focam somente no aspecto físico da brincadeira, deixam de lado pontos benéficos para a saúde emocional e social”, afirma a autora Katherine Frohlic.
8. INCENTIVA O TRABALHO EM EQUIPE
Nos jogos coletivos, como o futebol e a queimada, a capacidade de se relacionar com os demais também exige que a criança pense e aja enquanto parte integrante de um grupo. Em um mundo como o que vivemos, cada vez mais conectado, essa habilidade se faz ainda mais importante. Trabalha-se cada vez mais com projetos (desde a educação nas escolas até as grandes empresas), nos quais tudo parte de um interesse coletivo e todas as etapas são desenvolvidas em conjunto – por isso, aprender a defender um time hoje pode ter grande impacto lá na frente.

9. INSTIGA O RACIOCÍNIO ESTRATÉGICO
Jogos de regra, como os de tabuleiro, põem as crianças em situações de impasse. Para solucioná-los, elas precisam raciocinar de maneira estratégica, argumentar, esperar, tomar decisões e, então, analisar os resultados. Ao solucionar problemas, elas vão tentar, errar e aprender com tudo isso – para que, na próxima rodada, possam fazer melhor, com mais repertório.
10. PROMOVE CRIATIVIDADE E IMAGINAÇÃO
Ao ler uma história, brincar de boneca ou construir um brinquedo com sucata, a criança desenvolve a imaginação. E, para isso, não precisa de muito: potes, galhos e panelas podem dar vida a tanta coisa! Foi o que mostrou uma pesquisa da RMIT University, de Melbourne, na Austrália, feita com 120 crianças de 5 a 12 anos. A conclusão é que itens como caixas e baldes incentivam mais a imaginação do que brinquedos caros. Isso porque esses materiais não induzem a uma ideia pronta.


11.  ESTABELECE REGRAS E LIMITES
Brincando, a criança reconhece e respeita os limites do espaço, do outro e de si mesma. E passa a lidar com regras, aprendendo a segui-las. Se tiver abertura, ela poderá até questioná-las. Isso será fundamental para conviver em sociedade – quando se faz necessário seguir certas convenções, mas também tentar mudar o cenário para melhor, se possível.




segunda-feira, 1 de junho de 2020

Como a arte auxilia no desenvolvimento da criança na Educação Infantil

Pintura, música, teatro, literatura, dança. O ensino da arte na educação infantil, primeira etapa da educação básica, passa por essas e outras formas de expressão. As contribuições desse tipo de atividade para o desenvolvimento da criança são diversas.
O ensino da arte na educação infantil é importante para o desenvolvimento de diferentes habilidades e competências das crianças, além de estimular o aprendizado de outras disciplinas. 
Se você tem filhos na educação infantil e se importa com a qualidade da educação deles, então não deixe de ler os próximos tópicos. A seguir, explicamos como o ensino da arte na educação infantil auxilia no desenvolvimento das crianças em diferentes aspectos.

Arte na Educação Infantil

Formação e reconhecimento da arte

Quanto mais cedo um indivíduo entra em contato com as expressões artísticas, mais cedo ela reconhece as artes. Dessa forma, pode usufruir de seus benefícios, como a ampliação do repertório cultural, ainda durante a infância.
Com o ensino da arte na educação infantil, que deve respeitar as especificidades dessa fase, as crianças podem conhecer estilos, conceitos, regras e técnicas das diferentes expressões artísticas. Assim, uma das contribuições do ensino da arte na educação infantil é a formação artística que a criança poderá ter desde cedo.

Desenvolvimento de habilidades corporais e sociais

Outros benefícios gerados pelo ensino da arte na educação infantil são o desenvolvimento de diferentes habilidades, como a coordenação motora.
O desenho e a pintura, por exemplo, são atividades artísticas que promovem o desenvolvimento da psicomotricidade, da coordenação motora, da imaginação e da criatividade da crianças.
Já o ensino da arte na educação infantil que envolve o movimento corporal, como acontece nas danças, também é importante para o desenvolvimento físico. Os movimentos que devem ser realizados para dançar ajudam no aprimoramento de habilidades necessárias para atividades do dia a dia de qualquer pessoa. É o caso de ações como se mover, se agachar, girar e pular.
Além disso, as artes corporais também ajudam a desenvolver a flexibilidade, a resistência, o equilíbrio e a coordenação motora. Da mesma forma, auxiliam na promoção do crescimento saudável do corpo.
Artes como a música, por outro lado, ajudam no aprimoramento das áreas da audição e da fala da criança, além de aspectos motores e sensoriais. Elas também são importantes para enriquecer o vocabulário das crianças. A partir da escuta das canções, elas podem aprender novas palavras. As músicas podem até mesmo ajudar no aprendizado de outras línguas.
O ensino da arte na educação infantil por meio de atividades colaborativas, como acontece no teatro e pode acontecer na pintura, por exemplo, contribui para a capacidade de trabalhar em equipe.

Auxiliam no aprendizado de outras disciplinas

As artes também podem funcionar como um estímulo ao aprendizado de outras disciplinas e o interesse pelas atividades propostas. 
Os rabiscos compõem a primeira etapa que antecede a alfabetização. Nessa fase, os pequenos começam a ensaiar as ações que serão necessárias para desenhar os padrões que reconhecemos como as letras do alfabeto.
Apresentar as artes literárias, por sua vez, é excelente para o desenvolvimento de habilidades cognitivas. Alguns exemplos são a imaginação, a memória e a linguagem. O contato com a literatura na infância também é importante para o aumento do vocabulário, interpretação de textos e para o aperfeiçoamento da escrita.
O ensino das diferentes expressões artísticas ajuda, ainda, a fortalecer o vínculo da criança com a escola. Isso é importante para motivar as crianças a se envolverem com as atividades e desenvolverem autonomia.

Arte como expressão das emoções

O ensino da arte, favorece à criança a capacidade de lidar com as próprias emoções e de se relacionar com os outros. O problema é que só aprendemos a expressar o que sentimos ao longo da vida e, às vezes, sequer aprendemos a fazer isso. De forma mais acentuada, é nos primeiros anos de nossa existência que menos sabemos demonstrar claramente nossos sentimentos e desejos. Muitas vezes, como resultado disso, as crianças choram, se estressam ou expressam raiva por não conseguirem se fazer entender.
Nesse cenário, o ensino da arte na educação infantil contribui para que os pequenos possam lidar melhor com suas emoções e sentimentos. Por meio da arte, a criança pode demonstrar aquilo que sente e apresentar de que forma interpreta a sua realidade.
As atividades artísticas, portanto, são uma forma de comunicação e um veículo de expressão enriquecedores para as crianças. A expressão corporal também auxilia no desenvolvimento da inteligência emocional, na formação da personalidade e na maturidade psicológica dos indivíduos. É por esses motivos que elementos como pinturas e desenhos são utilizados por psicólogos infantis para compreender as crianças e seus sentimentos e pensamentos.
Neste post, você viu que o ensino da arte na educação infantil é fundamental para o desenvolvimento de diferentes habilidades e competências. Essas características são importantes tanto para a vida pessoal quanto para a vida profissional dos indivíduos.
Além disso, ensinar expressões artísticas para as crianças também estimula o aprendizado em outros campos e desperta o interesse dela pelas atividades propostas. Criatividade, inteligência emocional e coordenação motora são algumas das competências que podem ser desenvolvidas pela arte, para a criança.
Esta matéria foi adaptada e retirada do site -  Villa Campus de Educação. 

Referência: 
Arte da Educação Infantil: Veja como ela auxilia no desenvolvimento da criança. Villa Campus de Educação, Bahia, 20.11.2018. Disponível em:https://www.campusvilla.com.br/arte-na-educacao-infantil/ . Acesso em: 01.06.2020.

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Atividades do Projeto Minha casa, Minha história

MÚSICA - A CASINHA BEM FECHADA

A importância dos animais na educação das crianças


Por Danielle Bohnen* (em colaboração para a ANDA- Agência de Notícias de Direitos Animais)
Todos os dias, no Facebook, nos deparamos com pedidos de conselhos sobre pais que desejam adotar um cão ou gato para seu filho. Protetoras e ONGs costumam ver com olhos críticos pessoas que chegam querendo adotar um animal quando o pedido vem da criança. Isso acontece porque muitos pais agem por impulso ou se rendem à pressão dos filhos e depois se arrependem.
Ter um animal em casa ajuda o desenvolvimento da criança em vários aspectos, inclusive ensiná-la o respeito aos animais e ao próximo. É importante também para ensiná-la sobre assumir responsabilidades.Segundo a psicopedagoga, autora do livro “Orientando pais, Educando filhos“, Débora Corilgiano, “o primeiro aprendizado é o respeito por um ser vivo que precisa de atenção, carinho e cuidados. Dependendo da idade da criança os pais podem deixar uma pequena responsabilidade diária para ele, como por exemplo colocar água, recolher o jornal ou qualquer outra atividade. Isso ajuda a criança a ter responsabilidade e autonomia”.
Porém, os pais precisam estar atentos, pois ceder à insistência do filho para depois se desfazer do animal alegando que o filho não cuidava dele e, dessa forma,  colocar toda a responsabilidade nas costas da criança não é nada saudável para a criança. “Antes de adotar um animal doméstico os pais precisam fazer alguns combinados com seus filhos, explicar as responsabilidades e cuidados. Dividir a tarefa do cuidar, fará com que fique mais fácil para todos, sem contar que desta forma todos poderão dar carinho e atenção ao animal doméstico”, comenta Débora.
E aquela “mentirinha” para poupar a criança de sofrimento em caso de dar o animal sem a criança saber Débora diz que “é uma atitude errada. A verdade sempre deve ser dita. Porém conforme a idade da criança, devemos dosar a intensidade do que se é dito. Sentir saudade, chorar pela perda é um direito da criança”.
Os pais devem ter cuidado redobrado com essa mentirinha, ou mesmo que seja verdade, no caso de alegar que o deram o animal por este apresentar algum defeito físico. De acordo com Debora, esse tipo de atitude gera preconceito que é passado à criança, “dessa forma os pais estão ensinando que tudo aquilo que não é perfeito deve ser descartado. E a vida não é assim, devemos ensinar nossos filhos a respeitarem as diferenças e o principal é sempre falar a verdade”.
Crianças e a lição sobre a morte
Apesar de a morte ser inerente à vida, muitos de nós têm medo ou pena de deixar uma criança sofrer ao encarar a dura verdade sobre a morte de uma animal querido. Dessa forma, voltamos às mentirinhas que comentamos anteriormente, mesmo sabendo que esta não seja uma maneira inteligente de lidar com a situação.
“Esse tema é muito importante. Quando um animal doméstico morre, os pais devem falar a verdade e não simplesmente substituí-lo ou mentir que o mesmo fugiu ou foi embora. Com este fato a criança aprenderá a lidar com as perdas , hoje ele vai chorar e sofrer por um animal querido , aprenderá que o sofrimento que era muito forte nos primeiros dias vai sendo amenizado até se transformar somente numa saudade do animal . Isso irá prepará-lo para uma futura perda, como de um ente querido ou outra pessoa de seu convívio. É importante que a criança vivencie algumas situações de sofrimento, para futuramente superar tantas outras que surgirão”, explica Débora.
Antes de adotar um animal, você deve, em primeiro lugar, pensar no bem-estar dele, pois “não adianta adotar um animal que ficará o dia inteiro sozinho, trancado em um apartamento, pois todos ficam fora o dia todo e só estão em casa a noite. Não adianta também adotar um animal se a criança tem medo, pois não será desta forma que a criança perderá o medo. O animal não pode entrar no contexto familiar, como um brinquedo ou passa tempo. Ele requer carinho, cuidados específicos e respeito. Se a família não se vê em condições para assumir esta responsabilidade, é preferível não adotar, do que criar uma desarmonia familiar. Existem também outros aspectos como a questão de saúde da criança, crianças alérgicas que não podem ter cachorros ou gatos, mas podem ter um pássaro, uma tartaruga ou um peixe. O importante é o respeito ao animal”, alerta Débora.
Se você decidiu adquirir um animal, descarte a ideia de comprar, pois muitos problemas são gerados quando você compra um animal. Geralmente, eles nascem em condições subumanas e suas mães, chamadas de matrizes, são obrigadas a criar em todos os cios, gerando problemas de saúde. Quando não estão mais na idade fértil, são descartadas como um pano de chão velho.
Procure uma ONG ou protetor com características do animal que se “encaixa” na sua família, tais como pequeno, pelo curto, filhote ou não, etc. Deixe a ansiedade de lado e procure com calma, assim você tem tempo de pensar e escolher o animal que melhor vai se adaptar à sua família. Não precisa ter pressa, pois há sempre um animalzinho carente esperando uma família perfeita!
*Danielle Bohnen é jornalista e editora do site Animais e a Natureza. 

segunda-feira, 18 de maio de 2020

A casa de Mazalu

Atividade do Projeto: Minha Casa, Minha História.
Maternal II 

 Autor da história: Malba Tahan 
Retirado do site: https://www.youtube.com/watch?v=dX1U682dvoA  - Varal de histórias 


Letra da música do Sapo Mazalu

Era uma vez um sapo, chamado Mazalu 
Tinha um grande amigo, seu amigo era o Tatu.
O Tatu tem casa, Mazalu também!
Quando a gente tem amigo, fica tudo bem!!


Moral da Estória: Aquele que é feliz numa casa modesta, não precisa aparentar riqueza 
para impressionar os amigos.

Tarefinha
Após assistir o vídeo, você pode fazer questionamentos com a criança, exemplo: Para quantos amigos o sapo Mazalu foi pedir ajuda para construir uma casa? Por que o sapo chorou? O que ele descobriu? Você percebeu que até os animais gostam de ter uma casinha? Aí na sua casa tem animais? Eles tem uma casinha? Como é o nome dele(a)? Mande-me uma foto da casinha dele. Se você não tem animais, repare nas redondezas de sua casa, se não encontra um ninho de formiga,  de passarinho ou casa de João de Barro. Me conte tudo! estou esperando!

Três atitudes simples para criar filhos honestos

Psicólogos de Harvard revelam 

O melhor que podemos fazer pelo mundo é educar nossos filhos para que sejam boas pessoas e façam a diferença. A primeira qualidade de um bom coração é a honestidade. Essa qualidade é tão importante que Rick Weissbourd, co-diretor de Making Caring Common e professor assistente da Harvard Graduate School of Education estudou incansavelmente, junto a sua equipe, a forma mais eficaz de desenvolver esta característica nos pequenos. Ele enumerou 3 sugestões inteligentes para aplicar na educação dos filhos. Antes de explicar as dicas o especialista alerta que é muito importante os pais “não surtarem” quando os filhos disserem algo desonesto. As crianças estão aprendendo e também são humanas, tem o total direito de cometer erros.

1. Incentive a honestidade
Com certeza não é uma surpresa que, para educar alguém honesto, incentivar a honestidade é o primeiro passo. Mas existe uma lição importante e menos óbvia nesta dica: Os pais também precisam ser honestos com os filhos explicando que, às vezes, mentir por uma boa razão ou não dizer toda a verdade pode ser necessário.
Rick explicou que, primeiro, os pais devem conversar com o filho(a) sobre a importância de dizer a verdade e como ser sincero é bom para a sociedade e para si mesmo: se a criança quer que seus amigos e familiares confiem e acreditem nela, é preciso ser honesta todo o tempo, mesmo quando é difícil. Os pais também devem prometer ser honestos com o filho e construir uma relação de confiança.
Dar um exemplo pessoal é uma forma eficaz de fazer os filhos entenderem como mentir é ruim: conte aos pequenos uma ocasião constrangedora aonde você foi pego mentindo ou as consequências difíceis de alguma mentira que você contou. Seu filho deve saber que, mesmo cometendo um erro, ele deve chegar até você com a verdade, em vez de tentar encobrir suas ações mentindo.
Os pais também precisam ser verdadeiros ao ensinar mostrando que, às vezes, uma mentirinha branca é necessária. Principalmente quando os sentimentos de alguém ou a própria segurança entram em jogo:
Se um estranho pede informações pessoais ao seu filho, se ganhar um presente que ele não goste, se alguém está contando uma história que ele ache chata, se ele sabe a verdade sobre o Papai Noel mas seus amigos ou irmãos não…São bons exemplos onde a mentira é necessária.

2. Seja um bom exemplo
Já diz a sabedoria popular: nada fala mais alto que o exemplo. Ou seja, nada do que você disser vai ser mais impactante na cabeça de uma criança do que o comportamento que ela vê em suas ações. E as preciosas lições aprendidas quando muito jovens, são as mais poderosas na mente.
“Nós não podemos dizer aos nossos filhos para serem honestos e, em seguida, enfraquecer isso, fazendo o que muitos de nós fazemos, contando mentiras ou exagerando a verdade para eles”, diz Rick.
Fique atento para não aplicar a famosa “moral de cuecas”, tenha auto crítica para perceber se você está ou não totalmente de acordo com o comportamento que você está exigindo de suas crianças.
Por exemplo: Se você mente a idade de seus filhos no cinema para pagar menos, essa atitude será mais poderosa do que qualquer explicação. Com certeza vale mais a pena pagar o valor do ingresso corretamente e criar um valioso exemplo de honestidade que as crianças jamais esquecerão.

3. Louve a honestidade

Você explicou o valor da verdade a seus filhos e está transmitindo um exemplo poderoso de sinceridade? Então, lembre de elogiar as crianças por serem sinceras, principalmente quando você sabe que pode ter sido difícil para elas.
“Às vezes, ser honesto é realmente difícil para eles – é preciso muita coragem. E precisamos valorizar essa coragem.”
Cada vez que você elogia seu filho está dando um retorno positivo e uma reputação para ele. E é natural que a criança se sinta bem com este reconhecimento e se esforce para manter o status de honesto.
Nunca esqueça que os pequenos possuem o ardente desejo de ser motivo de orgulho para seus pais.

De: PopSugar Harvard Graduate School of Education


sexta-feira, 15 de maio de 2020

A casa e seu dono

Olá amiguinhos! Com este vídeo, segue uma tarefinha simples, mas bem legal, construir uma 
casinha e fazer  a sua rima! 
Ei! mas não esqueça de guardar esse material!